Atualizações
Neste tempo que estive fora, deu vontade de escrever. Acabei escrevendo no word mesmo, mas deu uma vontade de por aqui! Portanto, lá vai!
TEXTO DE 18 DE JUNHO
Hoje percebi que posso voar
Voar não é algo pensado, planejado, sentido.
É algo que... quando vê, você está voando, viajando e vivendo.
É tão bom viver!
Viver é como uma montanha russa:Você adora, mas não tem graça se você não sente um frio na barriga [se bem que eu nunca andei numa, mas a metáfora é boa]
Eu adoro viver.
Esperar com expectativa o amanhã e nem saber como ele vai ser.
Aprender a sonhar (nossa! Como isso é bom, me autorizei a fazer isso a partir de hoje!)
Pensar no que aquela pessoa querida estará fazendo agora...
É tão bom isso!
Ver que estou conseguindo voar, me atirar nas cordas, sem segurança alguma...
Ver que eu consigo ter planos, que eu posso SONHAR!
Que o maldito duende verde dos sete sonhos pode não estar certo.
Ele me disse que eu teria felicidade durante uns sete anos...
Será?
Concedi-me o privilégio da dúvida.
Antes,
por mais que as coisas dessem certo,
eu tinha a “minha certeza” por trás
(não vai dar certo, pára de ser anta).
Eu tinha sempre um plano B.
Uma rota de fuga.
Mas também não vou ficar me recriminando agora:
As rotas de fuga foram criadas pelo sofrimento.
Pela rejeição, cansaço, tristeza.
Solidão.
Eu tinha cansado de sofrer.
Eu boicotava meus planos pra não cair do alto.
Eu ficava no chão.
Eu tinha receio de amar...
Eu acreditava na filosofia das batatas do Quincas-borba...
Ainda continuo acreditando nas batatas.
Mas elas não são mais o prato principal.
Eu me permito ser feliz
(pelo menos um pouquinho).
Agora, vem a dúvida:
será que o trem já passou?
Hum, não tem problema.
Eu continuarei esperando por ele.
Ou no último caso pegarei uma carona ou irei a pé!


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